Se confirmar sua participação na Divisão de Acesso, EC Rio Verde poderá não atuar no município

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As oito equipes aptas a disputarem o Campeonato Goiano da Divisão de Acesso deste ano, tem até a próxima sexta, dia 14, para confirmarem a participação.

Por enquanto, apenas o Novo Horizonte de Ipameri, já confirmou que não irá disputar a competição, devido a crise do coronavírus.

Em relação ao Esporte Clube Rio Verde, o clube caso confirme, poderá ter dificuldades para atuar no Estádio Mozart Veloso do Carmo.

A diretoria do verdão do sudoeste, terá que se organizar para atender todos os protocolos exigidos, sem contar nas despesas que terá com exames, salários dos funcionários, alimentação e moradia por exemplo.

Estádio Mozart Veloso do Carmo

Para quem não sabe, desde 2019, o Estádio Mozart Veloso do Carmo se encontra interditado. Tanto que os últimos jogos na terceira divisão em casa do Atlético Rioverdense e da Rioverdense foram realizados em Santa Helena de Goiás.

Vale ressaltar que o local não está sobre responsabilidade do município. A prefeitura devolveu o estádio para o estado.

Na verdade, a intenção era que o Velosão fosse doado para a prefeitura, o que não aconteceu, sendo assim, a última alternativa foi devolver para o governo estadual, uma vez que precisaria ser investido muito dinheiro em uma reforma.

Protocolo

Outro fator que pode ir contra os planos dos dirigentes do verdão do sudoeste é quanto a um protocolo de autorização de jogos na cidade. Por enquanto, não está decreto liberando competições em Rio Verde.

Assim como jogos oficiais, os campos públicos também estão fechados e neste quesito, a diretoria do EC Rio Verde terá que se virar para conseguir um local para treinar.

Não é novidade que há questões politicas nesta situação. Embora seja irmão de vereador da base e funcionário do deputado Lissauer Vieira, o presidente do Rio Verde, Wolney Marques tem restrições na atual administração e isso poderá pesar contra ele na busca de parcerias para locais de treinos.

Em 2019, quando o empresário Mauricio da Aliança Esportiva esteve a frente do clube, foi liberado para o time treinasse no Módulo Esportivo, neste caso, o poder público só liberou porque era o Mauricio que estava a frente.

Se não conseguir jogar na cidade?

Como foi comunicado na primeira reunião entre clubes e a FGF, a equipe que não conseguir um documento assinado pelo prefeito liberando a cidade para receber jogos, terá que encaminhar um documento se responsabilizando em atuar em outro município.

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Por Lindenberg Júnior

Idealizador e fundador do Blog do Lindenberg e do PE, Lindenberg é jornalista diplomado, pela Faculdade Objetivo de Rio Verde e, além de trabalhar com o site, é produtor e repórter esportivo do Programa Bola na Mesa, que vai ao ar de segunda a sexta, às 11h30 e, aos sábados, ao meio-dia, na Rádio Morada do Sol FM, de Rio Verde.

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1 Comentário

  1. A destruição total do verdão passa desde o início pelas mãos do então desprestigiado e sem credibilidade nenhuma presidente Ney. Será que os torcedores do verdão, os apaixonados pelo futebol de Rio Verde, seja os mais antigos até os mais novos a imprensa livre, não vão fazer nada pra tirar esse câncer da presidência e deixar que os homens sérios tomem conta do nosso verdão e consiga restabelecer o bom nome de nossa cidade no cenário do futebol goiano.

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