Desde 2017 que já havia essa possibilidade do Rio Verde voltar para a 3ª divisão

Desde 2017 que já havia essa possibilidade do Rio Verde voltar para a 3ª divisão

O Esporte Clube Rio Verde foi rebaixado para a terceira divisão do futebol goiano. Esse resultado começou a ser especulado em 2017 quando time ainda estava na primeira divisão.

Em 2016, o time foi campeão da divisão de acesso de forma invicta. Era ano político, candidato a prefeito ajudou, não foi bem nas urnas, mais o time conquistou o sexto caneco da competição.

Em 2017, o mesmo grupo político não injetou dinheiro na primeira divisão, ai foi quando começaram os pesadelos. O time quase foi rebaixado, venceu o Goianésia na penúltima rodada, com gols salvador de André Luiz nos acréscimos e com 2 jogadores a menos.

Veio 2018, a coisa continuou feia, mais uma vez, fizeram parcerias com empresa de jogadores. Funcionários sem receber e o time quase deu um W.O.

O W.O só não veio porque o empresário, Tiãozinho da Metacampo, assumiu a bronca, fez sua parte, o time foi rebaixado, mais evitou um WO que o faria cair direto para a terceira divisão. Tiãozinho provavelmente ainda nem recebeu o dinheiro injetado.

Ainda em 2018, parecia que as coisas iam melhorar. A empresa Aliança Esportiva cujo os donos moram em Rio verde, assinou um contrato com o verdão do sudoeste e tomaria conta do clube por 15 anos.

A empresa ficou apenas 1 ano e 10 meses a frente do clube. Conseguiu subir o time Sub-20 para a primeira divisão e por pouco não subiu o time profissional.

No final de 2019, veio o comunicado, a Aliança estava fora do verdão. Cumpriu todos os compromissos feitos, mais saiu. Até hoje não se sabe o verdadeiro motivo do rompimento do contrato.

Veio 2020 e com ele a pandemia do coronavírus. A FGF avisou, os times não eram obrigados a disputarem a divisão de acesso e quem desistisse, não seria prejudicado.

Inhumas, Itumbiara, Jataiense e Rio Verde decidiram disputar. O verdão foi uma tragédia desde o início. Não tinha lugar para treinar, se alojar e muito menos estádio para mandar seus jogos.

Um grupo de empresários da cidade, fizeram uma proposta para o presidente. Assumia toda divida comprovada e ainda dava uma bonificação para que eles deixassem o verdão do sudoeste.

A proposta não foi aceita e para piorar, a diretoria preferiu colocar o clube nas mãos de um gestor de futebol de outra cidade do que simplesmente entregar para os empresários rio-verdenses.

O clube chegou a sonhar em ir para Morrinhos mais acabou indo parar em Damolândia, cidade onde se alojou e treinou, mais teve que mandar os jogos na casa dos adversários.

A imprensa bem como os torcedores, só souberam dos nomes dos atletas contratados, depois que seus nomes saíram no BID.

O final da história todos já sabem, rebaixado para a terceira divisão, perdeu todos os 5 jogos. Resta apenas uma partida, sábado dia 28 contra a Jataiense que já subiu.

Se a FGF tiver um bom senso, nem realiza esta partida, já que não servirá pra nada, aliás, apenas para a Jataiense provavelmente levantar o caneco de campeão.

Será que a diretoria vai entregar o clube?

O mandato do atual presidente, Ney está acabando e ele não pode mais concorrer a reeleição. As perguntas que ficam são:

Será que Ney irá articular para que alguém de sua confiança seja o novo presidente do verdão do sudoeste?

Será que Ney e toda a diretoria irão renunciar e deixar outras pessoas assumirem o time?

Será que o Gestor de Futebol, Clebio Quirino seguirá a frente do verdão do sudoeste?

Lindenberg Júnior
Idealizador e fundador do Blog do Lindenberg e do PE, Lindenberg é jornalista diplomado, pela Faculdade Objetivo de Rio Verde e, além de trabalhar com o site, é produtor e repórter esportivo do Programa Bola na Mesa, que vai ao ar de segunda a sexta, às 11h30 e, aos sábados, ao meio-dia, na Rádio Morada do Sol FM, de Rio Verde.

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