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Personalidades no PE

Personalidades no PE: Conheça um pouco da história do ex zagueiro Cleuber4 minutos de leitura

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Por: José Carlos Veiria “Lela”

Cleuber Francisco Alves ou simplesmente Cleuber, nasceu em 13 de julho de 1967, em Santa Helena de Goiás, então distrito de Rio Verde.

Filho de Marylena Alves e do lendário Cornélio Alves, seu primeiro treinador na vida e no futebol. Tem as irmãs Simone, Helen, Rosane e Regiane. Casado com Eloisa Cabral de Souza, teve uma meteórica e intensa carreira no futebol profissional. Seu tio Carlos foi um dos melhores da cidade e passou por EC Rio Verde e Santa Helena na década de 60.

Nesta foto, Cleuber aparece ao lado de seu pai Cornélio

No futebol amador jogou no Marconal, Amizade e Pinheiros, que era outro time da Comigo. Jogando de quarto zagueiro, brilhou na posição e foi treinado por Cornélio Alves, Wilson Ataíde, Gerson Ataíde, Toninho Xerife, Luiz Francisco, Luiz Dário, Jorge Rodrigues e José Alves, o Zezão.

Cleuber na seleção amadora da cidade

De cada treinador procurou aprender um pouco e no Esporte Clube Rio Verde jogou no infantil, Juvenil, Júnior e no profissional de 1988 a 1990. Foi um jogador determinado e diz que um jogo inesquecível foi a vitoria do Esporte Clube sobre o Goiânia por 1×0 em 1987.

No Verdão do Sudoeste jogou com Gilmarzinho, Boca, Neca e outras feras do time. Jamais desistia das jogadas e se impunha pela técnica. Um fato triste foi ter de encerrar a carreira em junho de 1994 devido um problema no coração.

Cleuber é o quarto jogador em pé da direita para a esquerda /Juniores do EC Rio Verde

Ele nasceu com uma veia a mais no órgão, o que fazia seu coração acelerar além do seu limite. Depois fez uma cirurgia, porém, não quis mais seguir a carreira.

Trabalhou por duas vezes na Secretaria de Esportes. Passou 19 anos trabalhando no fórum e atualmente faz um bom trabalho na Secretaria de Esportes.

Cleuber no time juvenil do EC Rio Verde

Torcedor do Palmeiras, lamenta que hoje não tenha uma categoria de base. Lembra que o técnico Wilsinho de vez em quando formava o time misturando juvenil e Júnior.

Desabafa que o futebol profissional entrou em declínio por culpa dos próprios dirigentes. Sério, compenetrado, determinado, afirma que jamais entrega os pontos tanto no futebol quanto na vida. Um vencedor!

Considera os doutores José Walcio, Vicente Guerra e o professor Zé de Oliveira como seus bons amigos. Ainda elogia Wmarley Miranda Ataide como símbolo de competência na Secretaria de Esportes e através dele valoriza todos os outros membros da Secretaria.

Fala com carinho de seu saudoso pai e revela que aprendeu muito com ele, principalmente de não desistir de seus ideais.

Cleuber Alves é uma personalidade esportiva de um passado marcante, quando Rio Verde dava muito oportunidade aos frutos da terra. Jogou com Gil, Lazinho, Edinho, Dener, Cairo Perereca numa fase que os talentos de Rio Verde eram muitos, capazes de reforçar o time profissional.

Cleuber, Denner e Cairo Perereca

Teve a oportunidade de jogar contra o artilheiro Tulio Maravilha e registra que era muito difícil marcar o atacante goiano dos mil gols. Se não fosse o problema de saúde teria jogado muito mais, como reflete sobre sua carreira. A sua carreira meteórica serve de análise produtiva para quem deseja levar a sério o esporte bretão, já que foi do infantil ao profissional sem sair de Rio Verde.

Gosta de assistir aos jogos do futebol amador e faz um paralelo com seu tempo, onde jogava por amor à camisa e conseguia com louvor chegar ao profissional.

Entre 1975 e 1990 viveu o mundo do futebol e soube cativar como um habilidoso quarto zagueiro.

Cleuber e parte de sua família

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